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O que fazemos, para qual criança e como
Trabalhamos com crianças de 9 meses a 10 anos que têm dificuldades de fala, de linguagem ou de comunicação. Cada frente abaixo tem métodos próprios, e a escolha entre eles nasce da avaliação. Comece por ela.
Avaliação fonoaudiológica
Entender a criança antes de decidir qualquer coisa. Conversa com a família, avaliação direcionada e devolutiva com o nome do método indicado e um plano por escrito.
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Intervenção precoce
Para bebês e crianças pequenas com atraso ou alteração no desenvolvimento. ESDM, BBC e Modelo Centrado na Família, com a rotina da casa dentro do plano.
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Intervenção no autismo
Comunicação funcional para a criança autista, com princípios de ABA, estratégias naturalísticas e CAA. Família, escola e cuidadores dentro do mesmo plano.
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Transtornos motores de fala
Para a criança que sabe o que quer dizer, mas a boca não organiza o movimento. PROMPT nível 2, DTTC, ReST e Nuffield, escolhidos pelo perfil motor da criança.
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Comunicação Aumentativa e Alternativa
Uma forma de se comunicar agora para a criança que ainda não fala. Avaliação, escolha do sistema, ensino da criança e treino de todos ao redor dela.
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Orientação de famílias
Para os pais entenderem o desenvolvimento do filho e saberem o que fazer na rotina: no banho, na refeição, na brincadeira. Também para escolas e cuidadores.
Ver detalhesSituações que atendemos com frequência
Se você reconhece o seu filho em alguma dessas descrições, uma avaliação vai esclarecer o que está acontecendo. Se não reconhece, mas algo te preocupa, também vale conversar.
- Bebê que não balbucia, não aponta, não responde ao nome ou parece pouco interessado em interagir.
- Criança de 2 anos que ainda não fala ou fala muito poucas palavras.
- Criança que entende tudo o que é dito, mas não consegue falar.
- Criança que fala, mas ninguém fora de casa entende.
- Criança com diagnóstico de autismo que não se comunica de forma funcional.
- Criança com suspeita ou diagnóstico de apraxia de fala na infância ou disartria.
- Criança que não fala e precisa de um meio de comunicação alternativo, com ou sem tecnologia.
- Criança que está em terapia há muito tempo sem evolução perceptível.
- Família que recebeu orientações diferentes de profissionais diferentes e não sabe qual caminho seguir.
Todo serviço daqui existe para a criança participar mais
Seja um bebê em intervenção precoce, uma criança autista, uma criança com transtorno motor de fala ou uma criança que precisa de CAA, o objetivo é o mesmo: construir caminhos para que ela consiga se comunicar, participar, aprender e ocupar o espaço dela no mundo.
Ciência, especialização, família e individualização caminham juntas em todas as frentes. É essa combinação que sustenta o nosso propósito de transformar vidas em parceria com as famílias.