Ciência
Cada conduta parte de um método com evidência, muitos deles trazidos de formações internacionais. A escolha é pensada para o seu filho, e não copiada de um roteiro que serviria para qualquer criança.
A terapia aqui só começa depois de uma avaliação criteriosa.
Boa parte das famílias que chegam à Decollare já passou por outros profissionais e chega cansada, com medo e sem saber o que estava sendo feito com o filho até aqui.
“Ele entende tudo, mas não consegue falar.”
“Ele fala, mas ninguém fora de casa entende.”
“Estamos há anos na fono e não vemos evolução.”
“Eu não sei por que ele chora, se é dor, vontade ou medo.”
“Ninguém nunca explicou o que estavam trabalhando com ele.”
“Tenho medo de perder uma fase importante.”
Se você se reconheceu em alguma delas, vale dizer uma coisa: você não demorou. Você buscou o que existia até aqui. O que muda agora é a precisão da resposta que a gente consegue dar sobre o seu filho.
Quatro pilares orientam a forma como recebemos uma família, avaliamos uma criança, escolhemos um método e conversamos com os pais.
Cada conduta parte de um método com evidência, muitos deles trazidos de formações internacionais. A escolha é pensada para o seu filho, e não copiada de um roteiro que serviria para qualquer criança.
PROMPT, DTTC, ReST, Nuffield, ESDM, ABA e CAA exigem formação específica, rara no Brasil e em boa parte dos casos inédita na cidade. Você vai ouvir esses nomes na devolutiva.
A mãe entra na sala e acompanha a sessão inteira. Sai sabendo o que fazer em casa, porque os outros seis dias da semana também fazem parte do tratamento.
O plano nasce da avaliação do seu filho e muda conforme ele evolui. Reavaliamos, ajustamos e explicamos cada mudança ao longo do caminho.
A escolha do método depende do que a avaliação mostra sobre aquela criança. Duas crianças com o mesmo diagnóstico podem sair daqui com planos bem diferentes, e isso é esperado.
Para bebês e crianças pequenas com atraso ou alteração no desenvolvimento. É a fase em que o cérebro aprende mais rápido, e a rotina da casa entra no plano desde o primeiro dia.
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Para a criança autista que precisa se comunicar de um jeito que funcione na vida real. Usamos princípios de ABA, estratégias naturalísticas e comunicação alternativa.
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Para a criança que sabe o que quer dizer, mas a boca ainda não organiza o movimento. PROMPT nível 2, DTTC, ReST e Nuffield, conforme o perfil motor que a avaliação mostrar.
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Para a criança que ainda não fala e precisa de um caminho para se comunicar agora: pedir, recusar, escolher, contar o que aconteceu na escola.
Ver detalhesCada nome abaixo corresponde a uma formação específica, com evidência científica. Você vai ouvir esses nomes na devolutiva e entender para que cada um serve no caso do seu filho.
Fonoaudióloga especialista em Linguagem pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, um reconhecimento que poucos profissionais têm no país, e especialista em intervenção ABA no autismo. Estudou comunicação aumentativa e alternativa na Universidad de las Américas, no México, e intervenção precoce na Universidade de Évora, em Portugal.
Nos transtornos motores de fala é terapeuta PROMPT nível 2, com formação em DTTC, ReST, Nuffield e BBC. Começou sozinha em 2020, num consultório pequeno. Em 2024, aquele consultório virou a Decollare.
CRFa 6-10873 · Responsável técnica
Conhecer a trajetória e a equipe
Publicamos depoimentos apenas com autorização assinada da família. Nada aqui é promessa: é o que já aconteceu com crianças que atendemos.
Os relatos acima ilustram o que as famílias costumam contar e serão trocados pelos depoimentos reais assim que as autorizações de imagem forem assinadas.
As dúvidas que mais chegam pelo WhatsApp, respondidas antes de você precisar perguntar.
De 9 meses a 10 anos. Os casos que mais chegam até nós são autismo, transtornos motores de fala e atraso de linguagem, incluindo crianças que ainda não falam.
Ela começa pela sua história, porque entender o que já foi tentado evita repetir caminhos que não funcionaram. Depois a Ana observa a criança brincando e avalia fala, linguagem, compreensão e as formas de comunicação que ela já usa hoje. No fim você recebe uma devolutiva com critério e entende qual seria o percurso.
Essa é a pergunta mais honesta que uma mãe pode fazer, e a resposta honesta é que ninguém consegue garantir prazo. O que fazemos é explicar cada etapa antes de começar, reavaliar o plano conforme a criança evolui e mostrar o que mudou a cada ciclo.
Não. Você pode agendar a avaliação diretamente pelo WhatsApp. Se a criança já tem laudo, relatório ou avaliações anteriores, traga: esse material ajuda bastante a montar o plano.
O atendimento é particular. Emitimos recibo e relatório, e vale conferir com o seu plano se existe reembolso para atendimento fora da rede.
Pode e deve. A família dentro do processo é um dos nossos pilares: a mãe acompanha a sessão e sai sabendo o que fazer em casa, porque o que acontece nos outros seis dias da semana também faz parte do tratamento.
Vale, principalmente quando a família não sabe dizer o nome do que está sendo feito. Trocar de profissional pela terceira vez raramente resolve sozinho. O que costuma faltar é um plano construído para aquela criança específica.
Não. A evidência aponta o contrário: a comunicação alternativa dá à criança uma forma de se expressar agora e pode apoiar o desenvolvimento da fala quando esse é um objetivo possível para ela. Enquanto isso, ela consegue pedir, recusar, escolher e participar.
São métodos de intervenção para transtornos motores de fala, cada um indicado para um tipo específico de dificuldade. A escolha entre eles depende do que a avaliação mostrou sobre o perfil motor da criança.
Depende do caso e da fase do plano. A frequência é definida na devolutiva da avaliação e revista conforme a criança evolui. Não trabalhamos com pacote fechado.
Sim, sempre que faz sentido para o caso. Orientamos a escola e alinhamos objetivos com pediatra, neuropediatra, psicólogo e terapeuta ocupacional. Uma criança que usa prancha de comunicação, por exemplo, precisa que a professora saiba usar o sistema dela.
Sim. Recebemos muitas famílias de Aimorés, Tumiritinga, Alpercata, Galiléia, Resplendor, Conselheiro Pena e de outras cidades do Vale do Rio Doce. Para quem vem de longe, concentramos a avaliação em menos encontros e organizamos os horários pensando no deslocamento.
Na Rua Peçanha, 374, salas 604 e 606, no Centro de Governador Valadares. Atendemos famílias da cidade e de toda a região do Vale do Rio Doce.
Escrevemos para a mãe que pesquisa, lê e quer saber o que está acontecendo com a criança dela, sem termos soltos e sem promessas.
É uma das frases que mais ouvimos no primeiro contato. E ela costuma vir acompanhada de outra: “então não deve ser nada, né?”. Nem sempre. Compreender e falar são habilidades diferentes, e quando uma vai bem e a outra não, isso é uma pista, não um alívio.
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“A profissional anterior não deixava a gente ficar na sala, e ele chorava muito.” Ouvimos isso com uma frequência que incomoda. Este texto explica por que fazemos diferente, e por que essa escolha tem menos a ver com acolhimento do que com método.
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Depois do diagnóstico, a pergunta que mais chega até nós é essa. E a resposta começa por uma mudança pequena de palavra que muda tudo: antes de pensar em fala, pensamos em comunicação.
Ler artigoÉ ela que define o método e o percurso. Sem prazo prometido e sem pacote fechado. Escreva no WhatsApp e nossa equipe explica os próximos passos.